A corrida eleitoral para o governo de Santa Catarina em 2026 já movimenta os bastidores da política estadual, com nomes consolidados e novas apostas surgindo no horizonte. Com o pleito a dois anos de distância, o alinhamento de forças e as articulações políticas indicam um campo competitivo para a sucessão do atual governador.
Entre os nomes mais comentados e que já se posicionam para a disputa, está o atual governador, Jorginho Mello (PL). Como chefe do executivo, ele surge como um potencial candidato à reeleição, uma posição que historicamente oferece grande visibilidade e tráfego político.
Principais Figuras no Início da Pré-Campanha
O arco político catarinense se mostra diversificado, abrangendo representantes de grandes espectros ideológicos. O cenário inclui figuras proeminentes que já participaram de disputas anteriores ou que têm forte base em seus respectivos partidos.
Um dos nomes fortes é Gelson Merísio (PSB), ex-deputado federal e com histórico de participação em pleitos estaduais. A presença de Merísio sinaliza a tentativa do centro-esquerda de construir uma frente competitiva contra o grupo atualmente no poder. O PSB acompanha de perto o desenvolvimento das negociações regionais para maximizar suas chances em 2026.
Outro político com considerável peso no estado é João Rodrigues (PSD). Rodrigues, conhecido por sua trajetória política em Santa Catarina, representa o PSD, partido que busca consolidar sua influência na disputa pelo Palácio da Agronômica.
Representantes de Outras Forças Partidárias
A lista de possíveis postulantes também abrange representantes de partidos menores e de oposição ao bloco principal. Afrânio Boppré (PSol) é frequentemente citado como a opção da esquerda mais progressista, defendendo plataformas distintas das opções tradicionais.
No espectro do centro, o Marcos Vieira (PSDB) aparece como uma alternativa, representando o tradicional Partido da Social Democracia Brasileira, que busca recobrar protagonismo nas eleições majoritárias do estado. O PSDB analisa cuidadosamente sua estratégia para conseguir uma fatia maior de representatividade.
A renovação e as alas ideológicas também trazem o nome de Marcelo Brigadeiro, ligado ao partido Missão. Embora partidos menores enfrentem o desafio de construir uma máquina eleitoral robusta, a visibilidade de seus líderes é crucial para atrair o eleitorado insatisfeito ou que busca novas opções.
A menção ao nome de Ralf também circula nos círculos políticos, sugerindo que o número de interessados na chefia do executivo catarinense pode crescer consideravelmente nos próximos meses, à medida que se aproximam as convenções partidárias e as definições de coligações. O desenvolvimento das negociações entre o PL, governista, e as oposições definirá a dinâmica da eleição de 2026 em Santa Catarina.